Eu nasci em Porto Alegre, no ano de 1984. Cursei Física (Bacharelado) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mas troquei de curso antes da conclusão. Fui aluno do Instituto de Informática da mesma universidade, cursando Ciência da Computação e acabei me graduando na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, no mesmo curso. Tenho interesse nas áreas de Computação Gráfica, Inteligência Artificial e Otimização, principalmente quando estes temas estão aplicados em jogos. Também tenho dois MBAs, um pela Sonata Academy, em Gestão, Humanismo e Inovação e o segundo em Gestão Executiva com Ênfase em Liderança e Inovação, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Trabalho com desenvolvimento de jogos desde 2007 e atuei em vários projetos, sendo programador, líder, gestor e, mais recentemente, diretor/executivo.

O que esse currículo diz sobre mim? Muito pouco. Não diz que eu danço Flamenco e que tenho um pé nas artes. Não diz que estou em uma jornada por autoconhecimento, nem que eu já recomecei esse blog mais vezes do que tenho vontade de admitir. A realidade é que sou inconstante, sou água. Estou vivo porque estou em movimento. Quero escrever mais, manter relatos e reflexões para meu futuro e, quem sabe, para te inspirar.
Posso dizer que sou vegetariano, eterno estudante, amante de gatos. Curto humor ácido e amo sarcasmo. Sem contar as piadas e memes que encheriam de orgulho o meu eu da quinta série. Piadas de tio me fazem rir mais do que eu gosto de admitir. Sou apaixonado pela vida, empolgado pelo que faço e pelas minhas experiências. Tenho entusiasmo por aprender e compartilhar o que aprendo: de receitas de bolo ao processo de formação de buracos negros, passando por filosofia, história, antropologia, política e mitologia.
Amo viajar – e me culpo por não ter viajado mais ao longo da vida. Sonho conhecer o mundo todo. Amo a natureza e sinto que estar em contato com ela me revigora. Prefiro campo, mato e montanhas à praia – mas se fores, me convida! As características menos positivas do meu ser incluem cobranças e exigências desproporcionais em relação ao que faço, alguma culpa pelo passado e medo de rejeição. Hoje já as admito e as acolho.
Um bom café ou um bom vinho e bom papo me mantém feliz por horas. Considero autoconhecimento e diálogo fundamentais para qualquer relação em nossas vidas.